SOPHIA LOREN – o rosto e o corpo mais famoso do cinema italiano

20 de Setembro

DIA de S. ANDRÉ KIM TAEGON, o primeiro padre natural da Coreia e que foi perseguido e mártir no século XIX tendo sido decapitado. Quando descobriu a sua vocação foi fazer os seus estudos a Macau, onde é venerado na Igreja de Santo António que sempre frequentou antes de tentar evangelizar a sua Coreia. 

Depois de ter sido eleito em 16 de Setembro foi entronizado no dia 20 como Papa João XXI o português Pedro Julião (baptismo), ou Pedro Hispano (académico) que morreu em Viterbo. Devido a obras na Catedral os seus restos mortais foram retirados quase para o esquecimento mas em Março de 2000 a Câmara de Lisboa, com o não crente João Soares como presidente, promoveu uma sepultura digna na Catedral de Viterbo.

E neste dia de 1378 começou o Grande Cisma do Ocidente na Igreja Católica com a eleição de Clemente VII como Papa em Avignon (o Antipapa) quando exercia o Papado em Roma, Urbano VI. 

No ano de 1519 saiu do sul de Espanha, em projecto financiado pelos reis de Espanha, o português Fernão de Magalhães para a primeira viagem de circum navegação que não terminaria por ter sido morto no Pacífico Sul. 

Em 1870 na 1ª guerra da unificação de Itália o corpo dos Bersaglieri (infantaria) entraram em Roma pela Porta Pia e acabaram com o, até aí,  “Poder temporal dos Papas”.

Em 1817 morreu um padre goês conhecido como Abade Faria que, vindo para Portugal, levou a vida de modo muito irreverente talvez por ser filho de um padre e de uma senhora muito rica e sendo adepto da revolução francesa e de outras confusões conspirativas acabou por ser magnetizador e montou em Paris um gabinete de hipnose ganhando prestígio e dinheiro mas acabou como charlatão. A sua vida dava um filme. 

Em 1934, fazendo hoje portanto 87 anos, nasceu uma “chama ardente” do cinema europeu e mundial: Sophia Loren, de que me dispenso de falar nos seus filmes em que respirava vida com aqueles belos pulmões. 

E por falar em cinema, o Festival de Veneza estava influenciado pelo fascismo italiano apoiado pelo nazismo e então o ministro da Cultura francês Jean Zay, resolveu instituir um Festival Internacional do Filme em Cannes nos anos 30 e quando estava marcado para arrancar o primeiro com Louis Lumière a presidente do júri no ano de 1939  veio a guerra e não se realizou. Em 20 de setembro de 1946 é que começou o 1º Festival que, por falta de dinheiro, não se realizou em 1948 e 1950 e só em 1955 é que o prémio passou a ser a Palma de Ouro. 

Em 1957 morreu o “homem da música” da Finlândia, o Jean Sibelius, que tem um “Concerto para Violino e Orquestra” em ré menor, de que eu gosto bastante. 

Na África a França apoiou em 1979 um golpe de estado que depôs o autoproclamado Imperador Bokassa I, um tirano. 

Em 1999, e após um ano de autodeterminação patrocinado pela ONU, a Indonésia deixou finalmente de mandar em Timor Leste que se viria a tornar independente em 2002 com capital em Dili e a falar português e tetum e com o dólar americano como moeda.

E em 2005 morreu o arquitecto judeu austríaco Simon Wiesenthal que dedicou parte da sua vida a “caçar” nazis para serem levados a julgamento. 

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