5 de FEVEREIRO
DIA de SANTA ÁGUEDA, uma jovem siciliana brutalmente morta por causa da sua religião no século III. Só em Roma há 12 igrejas que lhe são dedicadas e também é conhecida como Santa Ágata.
No ano de 62 a cidade de Pompeia sofre um sismo de elevadíssima escala e que afecta também a cidade vizinha de Herculano. Talvez tenha sido uma das razões para, em 79, o Vesúvio entrar em erupção e destruir as duas cidades. Estávamos em 1722 quando o Porto teve a sua 1ª corporação de bombeiros e com um nome sugestivo: “A Companhia do Fogo”. E o fogo era uma das armas da Inquisição e outra era a “Censura” mas só até 1768, ano em que o Marquês do Pombal retirou esta função da Igreja para entregar ao Estado criando a “Real Mesa Censória”.
Será que o Donald alguma vez detectou que Portugal e os EUA tinham assinado um tratado de amizade em 1818?
O belo e rico Museu Hermitage, em S. Petersburgo, abriu portas ao público em 1852. E no ano de 1876 nasceu em França o engenheiro e empresário André Citroen.
Morreu em 1882, um transmontano de Alijó, que tendo sido expulso da Universidade de Coimbra e condenado à morte pelos miguelistas por ser liberal, foi muito ecléctico porque entrou para os franciscanos vindo a ser padre mas também foi professor universitário, enfermeiro chefe do Hospital de S. José, diretor do jornal Nacional, deputado, Ministro do Reino (actual Administração Interna) e acabou como Bispo de Viseu. Tudo coisas parecidas umas com as outras, não acham? Chamava-se António Alves Martins e é dele a elucidativa frase: “a Religião deve ser como o sal na comida – nem muito nem pouco, só o preciso”.
O Teatro La Scala em Milão estreou a ópera de Verdi “Othello no ano de 1887.
Em 1891, logo a seguir ao 31 de Janeiro, a Monarquia aprovou um empréstimo de 39 mil contos de réis para regularizar o défice público e um ano depois o deputado republicano Manuel de Arriaga (futuro PR) propôs um inquérito ao Ministro da Fazenda por o défice público atingir uma grande dimensão. Será que não conhecemos qualquer coisa parecida?
1909 foi o ano de ser anunciado, pelo químico belga Leo Baekeland, o plástico sintético mais resistente ao calor e que foi durante o século XX muito valioso: a baquelite.
Charlie Chaplin juntou-se em 1919, com a canadiana Mary Pickfort, e os americanos Douglas Fairbanks e D. W. Griffith e fundaram a United Artists que ainda existe, agora nas mãos da MGM. Em 1924 em Londres o Observatório Real de Greenwich começou a dar a “hora padrão”.
No Brasil corria o ano de 1946 (ano de boa colheita) e a vida artística teve a boa colheita da cegonha: quem não conhece a Regina Duarte? A “Malu Mulher” ou “A Rainha da Sucata”. No Teatro Tivoli estreou-se em 1993 a Orquestra Sinfónica Portuguesa com 110 músicos. Nós temos Cartão de Cidadão desde 2007 quando foi publicada no Diário da República a sua criação.
Em 2020 morreu o actor da covinha no queixo com 104 anos, Kirk Douglas o “meu” Spartacus e hoje partiu o capitão da “Música no Coração”, Christopher Plummer.
E o futebol cantou os parabéns a você em 1948 a Sven Goren Ericsson, e em 1992 ao brasileiro Neymar e para terminar em 1985 ao portuguesíssimo CRISTIANO RONALDO.