16 de NOVEMBRO
Hoje temos um Dia Nacional e um Dia Internacional.
DIA NACIONAL do MAR instituído pelo nosso Governo em 1998, depois de em 1997 ter ratificado a “Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos do Mar” assinada por Portugal em 16 de Novembro de 1994. Com tanto Mar à nossa volta demoramos 3 anos a ratificar um acordo que assinamos sobre o Mar.
DIA INTERNACIONAL PARA a TOLERÂNCIA marcado pela ONU para a data da criação da UNESCO em 1945 em que os então 185 países aceitaram na Declaração de Paris cumprir e respeitar a “Declaração Universal dos Direitos do Homem”. Daqui se infere que a UNESCO arrancou no dia 16 de Novembro de 1945, em Paris.
Por falar em tolerância, em 1532 o espanhol Francisco Pizarro ganhou a Batalha de Cajamarca e capturou o Imperador Atahualpa e acabou o Império Inca.
E lá vem a tal tolerância outra vez: por “actos antigovernamentais e por pertencer a um grupo de intelectuais radicais” o grande escritor Fiodor Dostoiwevsky foi condenado à morte neste dia de 1849 pena que mais tarde foi comutada em trabalhos forçados na Rússia…estás a pensar nos comunistas e o seu Gulag mas não. Foi na Rússia dos Czares!!! Afinal o defeito já vinha lá de trás.
E como é dia do mar inaugurou-se a ligação entre o Mar Mediterrâneo e o Mar Vermelho a que se chamou Canal do Suez e que abriu uma grande rota marítima. Corria o ano de 1869.
E Portugal com um futebol incipiente inscreveu-se em 1909 na FIFA e passados 100 anos atingiu competências para permanecer nos 10 melhores do mundo.
Foi no ano de 1922 que nasceu na Azinhaga do Ribatejo o Nobel da Literatura José Saramago que nos deixou “Q Ano da Morte de Ricardo Reis”, “Memorial do Convento”, Todos os Nomes”, etc.
No ano de 1933 os EUA estabeleceram relações diplomáticas com a Rússia e no mesmo ano em Portugal são publicadas as bases orgânicas da Acção Católica Portuguesa.
E em 1938, 30 anos antes do Woodstock, o químico suíço Albert Hoffmann sintetizou pela primeira vez o “LSD”, não sabendo ele o que viria a ser o seu uso.
Em 1940 os nazis fecharam os judeus de Varsóvia num espaço fechado por um muro construído a toda a volta: foi o chamado Guetto de Varsóvia.
Em 1943 morreu, num acidente de carro a caminho do Conselho de Ministros, o Ministro das Obras Públicas mais produtivo do Estado Novo, o engenheiro louletano Duarte Pacheco. E mais uma morte no ano de 1949 de outro algarvio, este de Vila Real de Santo António e que não entrou em vida nos anais da literatura mas que graças a um amigo foi postumamente elevado á categoria de poeta popular: o grande ANTÓNIO ALEIXO. Obrigado Tossan por o ter ressuscitado mais de 20 anos após a sua morte.
Em 1959 estreava-se no teatro da Broadway o musical “Música no Coração”, e no ano seguinte não foi “o vento que o levou” mas sim a morte, o galâ de “E Tudo o Vento Levou” Clark Gable. Um grande avanço para a ciência e para a felicidade de muitos casais foi a inauguração em 1985 no Hospital da Universidade de Coimbra do laboratório de fecundação “in vitro” e transferência de embriões. E em 1989 pela primeira vez Portugal assumiu a Presidência do Conselho da Europa.
No ano de 1994 António Champalimaud, o grande empresário do Estado Novo, readquiriu o Banco Pinto & Sotto Mayor e mais tarde morreram os dois um deles integrado pelo Millennium BCP.
Em 1997 morreu em França o líder do Partido Comunista Georges Marchais.
No ano de 2003 havia um puto argentino que estava em Espanha há muitos anos e ninguém o conhecia e o F. C. do Porto para o dar a conhecer inaugurou um Estádio a que chamou Dragão (sempre é melhor que Antas que cheirava a cemitério) só para convidar o Barcelona e lhe ganhar por 2-0 e assim o puto pode estrear-se com pouco mais de 16 anitos e jogou um quarto de hora, e hoje não sei se alguém sabe quem ele é: chama-se Lionel Messi.
Em 2005 a escritora Lídia Jorge ganhou um cognac, isto é o Prémio do Salão de Literatura de Cognac na França.
No ano de 2006 o Papa Bento XVI rejeitou mais uma vez acabar com o celibato dos padres e rejeitou a readmissão dos padres entretanto casados. E no mesmo dia morreu o Nobel da Economia que foi o mentor das correntes formatadas na Escola de Chicago, o Milton Friedman.