Caderno de notas

Nestor de Agiesto

O que eu sei é pouco… mas não o guardo para mim

LA BOHEME - CHARLES AZNAVOUR

LA BOHEME                                         -            CHARLES AZNAVOUR

No dia 22 de Maio festejou-se o DIA do ABRAÇO numa época em que estão proibidos os contatos físicos. Mas o que é proibido é o que mais se deseja. Mas também foi o DIA da BIODIVERSIDADE e o DIA do AUTOR PORTUGUÊS.

Para quem gosta de um tipo de música dita clássica comemora-se o nascimento, em 1813, de Richard Wagner e para quem gosta de outro estilo musical mais popular comemora-se  o nascimento, em 1924, de alguém que fez as delícias da nossa juventude, Monsieur Charles Aznavour. Mas também nasceu em 1907 alguém que nos encantou enquanto jovens, de seu nome Georges Remi, mas conhecido por Hergé o belga que criou o TINTIN.

Também nasceu em 1990 um país que, infelizmente, é dos mais pobres do mundo e que resultou da unificação do Yemen do Norte com o Yemen do Sul e dai saiu o novo pais República do Yemen. É caso para dizer “juntou-se a fome com a vontade de comer” mas, como é uma zona estratégica para o trafego marítimo da rota do petróleo, há lá talvez mais armas que comida. Mas alguém se preocupa com isso? Se lá entrar o COVID-19 ninguém vai dar por ele porque a fome e a miséria é tanta que nem o vírus lhes pega. E já que falo nestes infelizes digo-vos que em 1880 morreu o autor de “Os Miseráveis” o francês Victor Hugo, também autor de  “Notre Dame de Paris” com o seu famoso Corcunda.

Agora vou recordar-vos o dia 23 de Maio que foi o dia da fundação em 1905 do museu do automóvel da nossa monarquia, o hoje remodelado Museu Nacional dos Coches. 

Em 1934 neste dia terminou a vida aventureira de um casal que pôs a América em alvoroço e que, através do cinema nos trouxe talvez os “bandidos mais românticos” de sempre: Bonnie and Clyde  interpretados por Warren Beauty e Faye Dunaway e enquadrados por uma excelente banda sonora. Acabaram mortos a tiro.

Dois pontos desportivos para este dia: em 1947 Portugal conquistou o 1º de muitos e muitos campeonatos do mundo de hóquei em patins, dos primos Jesus Correia e Correia dos Santos, entre outros, e no ano de 1961 estreou-se, com 19 anos com a camisola do Benfica um dos maiores do mundo – EUSÉBIO.

Para finalizar foi em 1999 que o “eterno” Manoel de Oliveira recebeu o Grande Prémio do Júri do Festival de Cannes.

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