31 de JULHO
DIA da MULHER AFRICANA.
Em 1750 morria o D. João V conhecido por o “Magnânimo” e por mandar construir o Convento de Mafra (onde assentei praça como cadete para vir a ser oficial miliciano em 1970) mas que também mandou construir o Hospital de Todos os Santos e o Seminário Patriarcal além de ter fundado a Academia Real da História, tudo em Lisboa. Mas também morreu um homem da música em 1886, o pianista e compositor húngaro Franz Liszt, e desaparecia no mar, com o avião militar que pilotava, o “pai” do “Principezinho“ durante um voo de reconhecimento na II grande guerra, o francês Antoine Saint-Exupery.
Em 1959, e após uma cisão dos nacionalistas bascos EKIN-EGI, um grupo de estudantes radicaliza-se e forma a ETA (Euskadi Ta Askatasuna – Pátria Basca e Liberdade) cujo caminho foi percorrido com muita violência.
E, quando ainda não “mexia” a EDP, foi inaugurada, em 1954, a Barragem do Cabril e no ano de 1995 a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa lança um novo jogo de apostas intitulado de “lotaria instantânea” que sem qualquer “misericórdia” rouba muita comida à mesa dos portugueses. Alguns não sabem o que é, mas eu digo-lhes: são as “raspadinhas”.
Em 1912 nasce o Prémio Nobel da Economia de 1976, o americano Milton Friedman e em 1914 foi a vez de um impagável actor de comédia do cinema francês, o Louis de Funès.
No ano de 1965 nasceu uma britânica que, quase anónima andou por Portugal onde casou e se divorciou e no seu regresso ao pais natal, resolveu escrever uma saga que o cinema consagrou e a tornou famosa. Estou a mencionar a J. K. Rowling e ao seu “Harry Potter”
E quem nos deixou em 2001 foi o Marechal Costa Gomes que foi Chefe do Estado Maior das Forças Armadas de Marcelo Caetano e acabou como Presidente não eleito da República depois da Revolução dos Cravos. E em 2009 foi a vez de partir para sempre o grande treinador, que deu a mão ao grande José Mourinho levando-o atrás de si pelo Sporting, pelo Porto e Barcelona, o icónico Bobby Robson.
Em 2002 foi entregue à escritora, recentemente falecida, Maria Velho da Costa o Prémio Camões.
Vou acabar com o anúncio da morte do Santo do dia que a Igreja Católica comemora: o espanhol Inácio de Loyola. Um homem de famílias nobres que ficou ferido em combate e na sua convalescença leu “A Vida de Jesus” e também as vidas dos santos e se resolveu virar para Deus. Com uma vida difícil (estávamos no tempo da Inquisição) conseguiu levar por diante os seus objetivos e a ele se deve o Colégio Romano, que hoje é a Pontifícia Universidade Gregoriana, e que culminou, mais tarde depois de juntar aos seus “companheiros de Jesus” e conseguir uma Bula Papal para isso, com a fundação da “Companhia de Jesus” cujos membros são vulgarmente conhecidos por Jesuítas.