Há algum tempo que não vinha para estes lados escrever sobre efemérides, mas hoje ao arrumar o jornal de ontem houve uma palavra que me despertou a vontade de escrever. E é “relativamente” fácil dizer que a palavra em questão é “relatividade”, o que leva a pensar que o tema só pode ser “relativo” a Albert Einstein. E depois é a “relação” “relativa” com outras situações do mesmo dia em anos diferentes. Vamos a isso.
Em 1879 o alemão Albert Einstein nasceu nesse dia e, quatro anos depois, morria o “relativamente” mais conhecido teórico marxista de sempre o, também, alemão Karl Marx que, não sendo um capitalista, escreveu “O Capital”. E no encadear de efemérides deste dia o ano de 1934 trouxe a morte de um nosso antigo Presidente da República, que passa “relativamente” ao lado quando se enumeram os PR que exerceram o cargo nos 116 anos da nossa República: quem se lembra e localiza no tempo o Presidente João Canto e Castro. E voamos para 1945 para ver nascer a TAP pela mão do seu primeiro Presidente e grande mentor um homem que conhecemos por outras razões “relativamente” conhecidas: o General “Obviamente Demito-o!!!” chamado Humberto Delgado. E agora vou “matar” alguns nomes conhecidos por variadas situações e começo pelo MNE “relativamente” mais próximo de Salazar de quem foi um biógrafo
que morreu em 1993 e se chamava Franco Nogueira. Também partiram, em 2016 de modo “relativamente” surpreendente o grande actor Nicolau Breyner, em 2018 foi a vez do cientista físico com trabalho na área da “relatividade” e também dos buracos negros o inglês Stephen Hawking e no ano seguinte partiu para sempre um cartoonista “relativamente” importante nos últimos 50 anos em Portugal: Augusto Cid. Para acabar com uma notícia “relativamente” simpática e mergulhada em saudade: em 2013 o Papa Francisco celebrou a sua primeira Eucaristia no Vaticano como Sumo Pontífice.