Maria Alexandra, Maria Paula e Eduardo
Em homenagem à NININHA,
É um paradoxo dizer que me senti muito feliz num funeral mas mentiria se o não dissesse. A NININHA era para mim, sem desprimor para todos Vós, o meu amor ao laço de parte das minhas raízes e sei – presunção minha – eu fui durante muitos anos o “seu” menino. Portanto, sabendo o que sofria em termos de saúde e sabendo que da vossa parte nunca lhe faltou nada, eu fiquei feliz por “atropelar” os meus programas para poder vê-la em paz, sem dor e serena, pela última vez. E também fiquei feliz por ter sentido sinceridade no acolhimento que Vocês nos deram a mim e à Odete – que também me fez feliz por me ter apoiado e acompanhado mal decidi ir ter convosco.
Por outro lado, e não dizendo nada de novo, resolvi escrever um texto mais genealógico da nossa família no ramo que nos une a Vós e à Iria e ao Eduardo que somos os sobreviventes que tiveram raízes muito ligadas a Santiago onde vão ficando os mortos e donde foram saindo os vivos e que vos envio em separado.
O vosso Primo Zé. Matosinhos, 19-02-2022