H. G. WELLS – o homem invisível da guerra dos mundos

13 de Agosto

DIA do CANHOTO

Eu nasci a usar a mão esquerda para escrever, para cortar e para comer. Na escola primária “ensinaram-me” que eu não era canhoto e que “tinha” de ser igual aos outros. E acabei por ser “igual aos outros” embora me “desenrasque” com a esquerda. Ainda bem que hoje nenhum professor se atreve a mudar a vontade dos seus alunos nesse campo.

Foi em 1624 que Luís XIII resolveu nomear como seu PM o Cardeal Richelieu.

Outro Luís, desta vez o XVI em 1792 foi levado ao Tribunal Nacional que o declarou “inimigo do povo” e no ano seguinte foi executado.

O pintor do romantismo francês Eugene Delacroix, autor de “A Barca de Dante” morreu em 1863.

Os automóveis FIAT e o Cristiano Ronaldo têm em comum o nome Agnelli a família do industrial que fundou a fábrica e que nasceu em 1886: Giovanni Agnelli.

Foi através de uma “Janela Indiscreta” que eu tomei conhecimento com o realizador Alfred Hitchcock que nasceu em 1899.

A “mãe” do classe de enfermagem foi a britânica Florence Nightingale que morreu em 1910.

E o revolucionário cubano, que presidiu ao seu país mais de 40 anos, Fidel de Castro nasceu em 1926.

No ano de 1946 morreu o escritor britânico H. G. Wells autor do “A Guerra dos Mundos”, de ficção científica, publicado em 1897, e que em 1938 deu origem a uma teatralização na rádio feita pelo Orson Wells relatando uma suposta invasão de marcianos que levou ao pânico na população. É também do escritor o livro “O Homem Invisível” que em jovens vimos na TV. 

Um incêndio no interior da Igreja de São Domingos em Lisboa em 1959 fez perder belas obras que só ficaram restauradas em 1997.

Mais uma colónia francesa se torna independente e desta vez coube à República do Centro Africana com capital em Bangui, a falar francês e sangho e a ter o franco como moeda.

Em 1961, dezasseis anos após o fim da II guerra e ao ver muita população a mudar de rumo a Alemanha Oriental fechou as fronteiras e começou a construir o célebre Muro de Berlim com mais de 110 kms. de extensão.

Em 1989 nascia em Ponte de Lima o canoísta que trouxe uma medalha em 2012 de Londres e agora outra de Tóquio o Fernando Pimenta.

“E o Leopardo de Ouro do Festival de Cinema de Locarno do ano de 1992 vai para…Manoel de Oliveira o realizador de Portogallo” assim se ouviu no dia do encerramento.

Na terra do grande fundista dos anos 20 Paavo Nurmi, na Finlândia em 1994 a nossa fundista Fernanda Ribeiro sagrou-se campeã europeia de 10 000 metros.

E em 1996 acabou a vida terrena do militar que sendo de extrema-direita foi PR escolhido por um golpe de esquerda António de Spínola, o germanófilo convicto e o militar do monóculo.

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