Hoje quase não me apetece dizer nada sobre o passado, pois o que apanhei nas minhas pesquisas não tem nada de muito relevante, mas vamos tentar.
Nestes tempos de pandemia começar por vos dizer que o eminente Ricardo Jorge (U. Porto) estabeleceu um cordão de segurança na cidade do Porto e controlou um surto de Peste Bubónica até podia parecer que estava a falar de 2020 mas não: foi no ano de 1899. Vejam só que o que temos estado a viver já teve semelhanças 121 anos antes.
Em 1930 o Ministro da Educação junto os Engenheiros do Instituto Superior Técnico e os Instituto Superior de Agronomia, os Veterinários da Escola Superior de Medicina Veterinária e os Contabilistas do Instituto Superior do Comércio criando a Universidade Técnica de Lisboa por contraponto com a Universidade Clássica.
No que diz respeito à II guerra mundial este dia teve um episódio em 1940 que foi a retirada de 33000 aliados em Dunquerque, e outro em 1942, no Pacifico, com a derrota dos japoneses às mãos dos norte-americanos na batalha aero-naval de Midway que após o desastre de Pearl Harbour mudou o destino da guerra naquela parte do mundo.
Em 1944 com o intuito de modernizar os barcos da pesca do largo o governo funda os Estaleiros Navais de Viana do Castelo, empresa essa que nos anos recentes foi alvo de uns negócios ‘muito esquisitos”. Além de se construírem barcos devem ter-se construído fortunas, equipamentos para as mãos e prejuízos para o “zé povinho” pagar.
Em 1978 morreu um Engenheiro formado na U.Porto que não se deu bem com o Estado Novo e auto-exilou-se antes que o exilassem e partiu para o Brasil onde viveu uns anos antes de passar para os EUA onde chegou a catedrático universitário da área da Literatura. Era casado com uma matosinhense D. Mécia de Sena (filha do Prof. Armando Lessa e irmã do Prof. Oscar Lopes) este ilustre professor e tradutor que deixou uma valiosa obra literário de que destaco “Os Sinais de Fogo” e “No Reino da Estupidez” e o seu nome é JORGE DE SENA.
E agora um nascimento em 1975 de uma mulher que brilha nos écrans e nas atividades de solidariedade mundiais e baptizada como Angeline Jolie.
Para deixar este dia, um facto pacífico na época por ter alguma sensatez, mas que não teve a mesma sorte quando o quiseram reformar agora no século XXI – em 1991 foi aprovado na Assembleia da República o “ACORDO ORTOGRÁFICO de 1990” aquele pelo qual eu escrevo porque REJEITO o acordo ortográfico de 2017 que nos quiseram impingir. Para mim um FACTO é um FACTO e não um FATO. Eu trago-vos FACTOS e não venho vender-vos FATOS.