A V Ó S o passado sempre presente

26 DE JULHO

Hoje é DIA dos AVÓS, e sem eles nós não “SOMOS”. Só uma avó me conheceu e eu não conheci nenhum dos meus 4 avós. Um  ano e meio não dá para lembrar da minha avó.

Mas também é dia da Libéria e dia das Maldivas Mas, assim como nasceram estes dois países, também nasceram pessoas interessantes, como por exemplo, em 1856, o irlandês Bernard Show, um nome grande da literatura e do pensamento, e que nos deixou entre outros “Pigmalião” levado ao teatro e cinema, e na Suíça aparecia em 1875 o “pai” da Psicologia Analítica, muito seguido na área, de seu nome Carl Jung. E na pintura em 1893 nascia na Alemanha o fundador do movimento conhecido por Dadaísmo chamado George Grosz. E quem não leu ou pelo menos conhece a obra “Admirável Mundo Novo”? Pois bem em 1894 o seu autor, o britânico Aldous Huxley via a luz do dia pela 1ª vez. E quem chegava neste dia de 1928? O realizador dos EUA que marcou fortemente o primeiro terço da minha vida com 2 filmes fora de série: “Laranja Mecânica” e “2001 – Odisseia no Espaço”. Quem viu estes filmes conseguiu esquecer-se deles? Pois o seu autor é Stanley Kubrick. E um ano antes nasceu o Sebastião Lucas da Fonseca. Foi nada mais nada menos quem nos anunciou que havia em Moçambique um filão de grandes futebolistas e foi o ídolo de muitos adeptos do futebol, só que viveu muitos anos antes da época de ouro e era conhecido por Matateu sempre fiel ao seu Belenenses.    

Em 1943 a viagem na terra começou para um artista que quase ninguém desconhece pois é o vocalista dos Rolling Stones e chama-se Mike Jagger. Vejam só a quantidade de famosos que referi que nasceram e, como sempre, também há famosos que partiram e entre eles está em 1952, uma figura mundial “Evita” a super mulher do Presidente da Argentina Eva Péron e em 1986 um realizador Vincent Minelli, que é conhecido por alguns dos seus filmes como “Um Americano em Paris “ ou “Gigi” mas também por ser, com Judy Garland, o pai da conhecida Liza Minelli. Dramaticamente morreram mais de uma centena de portugueses anónimos, num dos piores desastres ferroviários, num domingo como hoje, ao fim da tarde, depois de um dia de alegrias na Praia Nova, em Matosinhos, e no regresso às suas casas, quando, em Custóias, o comboio descarrilou e embateu num pilar de uma ponte. Estávamos em 1964. 

E factos deste dia?  Poucos a assinalar. Em 1891 a França tomou como sua a paradisíaca ilha do Tahiti, no Oceano Pacífico, e os EUA escolheram este dia em 1908 para criarem o FBI, e vou terminar com duas notícias do desporto numa das modalidades, em que tirando os viciados do doping, o ser humano se supera por si próprio: a minha favorita chamada Atletismo. Em 1976, em Montreal, no Canadá, o Carlos Lopes trouxe a medalha de prata olímpica dos 10 000 metros planos e em 1983 – vejam só, há 37 anos e ainda dura – uma mulher, da então Checoslováquia, chamada Jamila Kratochvilova bateu o record mundial dos 800 metros femininos. Isto não seria importante porque records melhoram-se todas as épocas mas o que o torna singular é o seu “envelhecimento” o que denota o feito extraordinário que foi.Por cá e por hoje acabou o “pandémico” campeonato de futebol português, em que uns choram e outros riem,  e em que nas últimas 10 jornadas não houve “porrada” nas bancadas, não houve invasões de campo, não houve insultos racistas, nem agressões aos árbitros, mas está tudo triste porque faltou público nas bancadas. É caso para brincar e perguntar: o essencial houve, isto é, houve futebol, houve golos, houve VAR mas não deve ter havido BAR, e houve tudo que seria lógico haver, só não houve público. Então é caso para perguntar estará tudo triste porquê? Talvez por falta de “porrada” nas bancadas, etc. etc. Afinal queremos ir ao futebol para “armar

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